cultura maker

Como a cultura maker é trabalhada no Colégio Academia? Entenda!

Um dos principais ideais de vida de um(a) jovem é a autonomia. Com as novas tecnologias, é possível criar e ainda ganhar dinheiro com a cultura maker, encontrando soluções que trazem entusiasmo e muitas razões para sempre manter a motivação em alta. Esse estímulo é amplamente incentivado no Colégio Academia e os exemplos revelam que vale a pena investir na criatividade.

Além de manter os alunos em um clima de interação, a cultura maker traz ânimo para a busca de novos aprendizados, principalmente sintonizados com as profissões que estão em alta no momento. Quer saber como aliamos teoria e prática? Então, continue lendo!

Entenda o que é a cultura maker

Acultura maker surgiu após a Segunda Guerra Mundial em uma iniciativa que englobou vários países na busca pelo ideal “Do It Yourself” (“Faça você mesmo”, em tradução livre). Tudo começou visando a superar os problemas causados pelo conflito, que deixou as economias arruinadas e o índice de desemprego altíssimo. Assim, as pessoas passaram a criar meios e maneiras de encontrar soluções para gerarem renda.

Foi aí, então, que os cidadãos começaram a consertar os seus próprios eletrodomésticos e outros objetos, inovando em busca da sobrevivência. Com o passar dos anos, a cultura maker foi atingindo cada vez mais jovens, até que se expandiu mundo afora graças à criação do primeiro PC pessoal, por Steve Jobs e Steve Wozniak. O desenvolvimento da máquina aconteceu em uma garagem e foi o pontapé inicial da Apple, hoje, uma multinacional de renome e sempre com soluções criativas e ousadas.

“Essa cultura do fazer traz o protagonismo para as pessoas, estimulando a colaboração com a troca de ideias e experiências em grupo, promovendo o desenvolvimento de competências socioemocionais e cognitivas”, explica o professor de Aprendizagem Maker do Colégio Academia, Ricardo Regal Ronzani.

Veja como a cultura maker influencia o aprendizado e a motivação dos alunos

As aulas de cultura maker “falam” a mesma linguagem dos adolescentes e estão plugadas no que eles mais fazem no dia a dia. Afinal, a tecnologia é parceira nasredes sociais, no pedido de um lanche, nas paqueras, nos jogos etc. — enfim, todos têm celulares ou smartphones e uma forte relação com esse universo.

No Colégio Academia, as aulas fogem da metodologia conteudista e expositiva que nem sempre desperta tanto interesse nos adolescentes, principalmente pelo fato de explorarem pouco as tecnologias. Já nos ensinamentos que envolvem a cultura maker, os aprendizados sãomultidisciplinares e ainda ajudam no desenvolvimento de muitas habilidades, como o trabalho em equipe e a responsabilidade, auxiliando no olhar crítico.

Assim, os alunos aprendem a planejarem os passos de criação de um projeto, vivenciando todas as fases. Ou seja, eles encaram previamente o que já acontece no mercado de trabalho, seja dentro de uma empresa, seja em serviços autônomos.

Descubra como é a aprendizagem maker na prática

Aaprendizagem maker no Colégio Academia é direcionada aos alunos que estão no Ensino Fundamental, tanto nos anos iniciais quanto nos anos finais desse período. São abordados eixos temáticos em cada ano como disciplina, com metodologias específicas.

Entre elas, o professor Ronzani destaca a metodologia ativa como Aprendizagem por Projetos (PBL – Project Based Learning) e a educação STEAM – Science, Technology, Engineering, Arts, Mathematics, reunindo a robótica e a educação.

“Todo o conteúdo está relacionado com a BNCC, e a nossa parceira nessa jornada é a empresa ZOOM Education. Os nossos encontros ocorrem uma vez por semana. Cada turma tem até dez equipes com quatro membros que terão cada um uma função a exercer em esquema de rodízio. Iniciamos os primeiros contatos com a tecnologia analógica, as montagens de máquinas simples e ideias e brincadeiras em Robótica e Programação”, diz o professor do Colégio Academia. Além disso, os alunos aprendem a trabalhar com o pensamento computacional e a programação por blocos (Scractch).

Podemos citar, ainda, a automação de montagens STEAM por meio da montagem de robôs com sensores e que conta com desafios e até mesmo torneios de robótica. Dessa forma, a integração acontece em todas as aulas, inclusive com sistemas integrados, recursos e ferramentas computacionais e Internet das Coisas (IoT). Outro ponto interessante é o Design Thinking, que é responsável pelo desenvolvimento de soluções e de problemas complexos, pela aprendizagem da máquina e pela Inteligência Artificial.

Conheça alguns benefícios da cultura maker

Existem inúmerosbenefícios na cultura maker. O principal deles é que os alunos se tornam protagonistas da própria aprendizagem, desenvolvendo o senso de responsabilidade e de resolução de conflitos dentro de uma equipe. Segundo o professor da disciplina do Colégio Academia, os estudantes são estimulados a pesquisar, o que contribui para novos aprendizados.

“Assim, vão sendo inseridos na iniciação científica. Outro ponto que aprendem é não ficarem esperando que alguém ou uma empresa tragam uma solução que pode nunca surgir para os seus problemas. Eles colocam a mão na massa e vão atrás das soluções”, menciona o professor.

Outro benefício inquestionável é que a cultura maker contribui para a expansão da mente e do saber. “É o ser humano controlando a máquina e não o contrário. A instituição dando protagonismo ao aluno em conjunto com a Aprendizagem Maker vai prepará-lo melhor para a vida e para o mundo digital em que vivemos, desenvolvendo as competências socioemocionais para um mundo cada vez mais exigente e exponencial”, conta Ricardo.

Além disso, as aulas ajudam na escolha de profissões que estejam sintonizadas com a tecnologia, como o desenvolvimento de softwares e aplicativos, a Robótica, a Engenharia de Produção, o Marketing, entre outras. Os alunos que participam das aulas sobre cultura maker ainda aprendem a interagir com os colegas, pois os trabalhos são sempre em equipe — um aspecto primordial para ensinar desde cedo a valorização dos relacionamentos.

Ao participarem dos projetos, também é notável o interesse pelas outras disciplinas, pois os estudantes conseguem compreender a importância da Matemática ou da Física no desenvolvimento de um robô, ou seja, o estímulo é bem maior e gera reflexos em todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Os alunos se tornam mais empolgados e ganham razões para irem atrás dos seus sonhos.

Veja como são as aulas com aprendizados de primeiro mundo

Ao aprenderem a cultura maker, os alunos recebem aprendizados que estão sintonizados com as escolas de países do primeiro mundo, ou seja, trata-se de uma capacitação que traz resultados. Como exemplo, podemos citar os sites do Open Roberta Lab, o Tinkercad da Autodesk (a mesma empresa que desenvolve o AutoCad) e o Makecode.microbit.org, criado pela Microsoft para a realização dos projetos e das simulações no ambiente virtual.

Assim, as aulas são bem diferentes em comparação às disciplinas tradicionais e têm influências positivas ao despertarem o interesse pelos aprendizados, pois tudo está conectado com a realidade dos adolescentes.

Por fim, todos os protocolos de segurança estão seguindo as orientações das autoridades sanitárias, ou seja, investir na cultura maker é um passo importante rumo ao sucesso profissional. E o melhor: os estudantes vibram com as aulas!

E aí, gostou de conhecer esse novo universo? Então, aproveite,entre em contato com a nossa equipe e garanta um futuro promissor para o(a) seu(sua) filho(a)!

Quer receber mais conteúdos como esse gratuitamente?

Cadastre-se para receber os nossos conteúdos por e-mail.

Email registrado com sucesso
Opa! E-mail inválido, verifique se o e-mail está correto.

Fale o que você pensa

O seu endereço de e-mail não será publicado.