movimento maker

Descubra o que é o movimento maker e como ele ajuda as crianças

Já ouviu falar do movimento maker? Essa tendência chegou para estimular a criatividade e capacidade inventiva das pessoas. Esse movimento revolucionou a forma de aprender, trabalhar e criar as coisas, sendo adaptado, posteriormente, ao ensino e desenvolvimento das crianças.

Qual criança nunca sonhou em ser um inventor ou brincou de criar objetos imaginários? Saiba que a criatividade deve ser estimulada no(a) seu(sua) filho(a), pois essa característica ajuda no desenvolvimento escolar.

Pesquisar e buscar formas de aprender ou aprimorar habilidades na internet, também conhecido como “faça você mesmo” ou Do it Yourself, é uma das características do movimento maker.

Gostou desse tema e quer saber mais sobre essa temática e como ela pode ajudar as crianças? Então, leia este conteúdo até o final!

O que é o movimento maker?

Maker é uma palavra em inglês que significa fazedor ou criador, e qualquer pessoa pode desenvolver essa cultura com ações simples, buscando consertar ou dar novos usos a brinquedos ou outros objetos.

A cultura maker começou com a customização de roupas, confecção de móveis e mudanças de ambientes, mas rapidamente chegou à tecnologia. No pós-guerra, essa cultura de reaproveitamento já havia sido explorada, pois os países perdedores tiveram que se reerguer com o que havia sobrado e não tinham mais dinheiro para comprar coisas novas.

O movimento maker foi consolidado quando a revista Make magazine foi criada, em 2005, formalizando o conceito e explicando mais detalhes sobre a capacidade de aprender novas habilidades por meio de dicas e tutoriais.

Além disso, os líderes do movimento também criaram um evento anual chamado Feira Maker, que agrupa mais de 100 mil pessoas nos Estados Unidos. Mas, antes disso, as pessoas já procuravam conteúdos sobre diversos assuntos, desde construir uma casa de madeira até como fazer um mini robô. O movimento veio para unir as ideias e transformá-las em conceitos práticos.

Pelo Acordo Ortográfico, a regra do hífen em “mini” é usá-lo apenas se a palavra seguinte começar com H e com I (mini-hotel). Fora esses dois casos, deve-se escrever sempre junto. Assim, seria “minirrobô”, o que é estranhíssimo. Acho que não há problema em manter mini robô, como vi em alguns sites.

Qual a importância desse movimento e como ele ajuda no desenvolvimento das crianças?

Todos podem construir, reinventar e fabricar projetos com as próprias mãos — e nada melhor do que estimular esses hábitos nas crianças. Dessas ações, podem surgir grandes inventores nos campos da ciência, tecnologia, artes e engenharia.

A popularização das tecnologias e a redução de preços de materiais tecnológicos possibilitaram que as escolas introduzissem o movimento maker em suas aulas e fomentassem a criatividade e inovação desde cedo.

Esse conceito auxilia no desenvolvimento das crianças, pois ele faz com que o(a) estudante aprenda por tentativa e erro e entenda sobre todas as fases de uma construção, desde a leitura e compreensão da ideia até a parte de colocar a mão na massa e realizar o projeto.

Assim, o colégio e os professores se tornam guias que, por meio de experiências prévias, conseguem fornecer as informações necessárias à execução do projetos. Elas também ajudam em outras matérias, como matemática, português, física e química.

A grande vantagem, portanto, é estimular os jovens a exercitar outras áreas do cérebro e adquirir novas formas de conhecimento. Além disso, os adolescentes estão acostumados a receber tudo pronto em suas mãos, sem compreender a complexidade de funcionamento de cada coisa que utilizam na rotina.

Assim, ao serem desafiados a resolver e criar uma solução, eles desenvolvem novas competências e valorizam cada detalhe do aprendizado, bem como o seu resultado.

Como estimular essa cultura na escola?

As crianças são curiosas por natureza e a escola deve aproveitar esse interesse para fazer com que elas desenvolvam suas aptidões cognitivas e lógicas. Assim, uma das aulas que podem ser oferecidas e que ajudam nessa difusão é a aula de robótica.

A robótica é uma ciência que desenvolve tecnologias presentes em sistemas, computadores, softwares e robôs, possibilitando a criação de mecanismos e códigos que automatizam processos. Dessa forma, com a ampliação de acesso à informática, circuitos, softwares e kits eletrônicos, alunos do ensino fundamental já podem ter contato com a lógica de programação e funcionamentos eletrônicos.

Quando a cultura maker é difundida na escola, o(a) aluno(a) passa a ser protagonista da sua história e do seu desenvolvimento intelectual, afinal, ele(a) é estimulado a resolver problemas e trabalhar em equipe.

É difícil despertar a atenção e interesse dos alunos em aulas de física e de matemática, por exemplo, mas ao colocar todos os conceitos na mesa com a finalidade da construção de um robô, certamente, os alunos ficarão interessados em ver, na prática, como esses conteúdos podem ajudar a criar um brinquedo.

Portanto, a cultura maker transforma cidadãos consumidores em cidadãos transformadores, o que gera diversos impactos positivos inclusive para o nosso planeta.

Como essa cultura pode ser aproveitada em uma profissão?

Atualmente, no Brasil, a cultura maker tem crescido e ganhado espaço em comunidades virtuais e permeado o mercado de trabalho. Desde a Revolução Industrial, robôs e outras tecnologias já são utilizados para aumentar a produtividade das empresas. Então, muitos gestores viram nessa habilidade uma possibilidade de trazer inovação para a empresa, além de novas formas de se relacionar com as coisas.

Outro ponto importante é que o Brasil é um celeiro de inventores, capaz de se transformar em um Vale do Silício. Assim, alunos que têm o contato com essas temáticas desde novos têm maiores chances de se destacar no mercado de trabalho daqui a 15 ou 20 anos.

Em tempos em que os objetos se tornam obsoletos rapidamente e são facilmente trocados, nutrir a consciência de reaproveitamento nas crianças é uma forma de criar cidadãos e profissionais mais responsáveis com os níveis de consumo.

Além disso, ao criar esse hábito de inovação e criatividade desde cedo, o(a) jovem pode se tornar um adulto visionário, inventor e empreendedor de suas próprias ideias.

Se você está em busca de um colégio antenado com as novidades e que ofereça aulas extracurriculares que incentive o movimento maker, o colégio Academia é o local certo. Em parceria com a ZOOM education for life, a instituição oferece turmas de robótica aliada às estratégias pedagógicas.

O colégio também é reconhecido por sua educação humanizada e responsável, além de oferecer um ambiente agregador. Quer conhecer o nosso corpo docente e nossa estrutura? Entre em contato conosco e faça-nos uma visita.

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