tendências educacionais

Fique por dentro das tendências educacionais que a pandemia acelerou

A educação é mais do que um dever da sociedade — ela representa, também, uma oportunidade para que dias melhores possam vir, com mais igualdade, respeito e alegria para todos. Por isso, ela deve acompanhar as tendências sociais e se manter sempre atualizada a fim de atender aos estudantes da melhor maneira possível.

Esse processo leva tempo e precisa ser progressivo. No entanto, alguns momentos em nossa história fazem com que ele seja acelerado. Um bom exemplo disso é o período que estamos vivendo, com a pandemia da Covid-19.

As normas de isolamento social fizeram com que a cara da educação brasileira mudasse bastante. Continue a leitura e descubra quais foram as tendências educacionais que a pandemia acelerou e muito mais!

Quais foram os impactos da pandemia para a educação?

A pandemia pegou todos de surpresa. De início, pensávamos ser um problema isolado ao território chinês e que teria pouco ou nenhum impacto em outras regiões do mundo. O ano letivo de 2020 foi planejado e tudo corria conforme o cronograma. De repente, os primeiros casos foram identificados no Brasil e a Europa começou a padecer com o vírus.

Nesse momento, o ensino presencial e tradicional foi suspenso e se deu início a uma corrida contra o tempo para fazer uma adaptação-relâmpago no ensino de crianças, adolescentes e adultos de todo o país. O principal impacto foi a necessidade de aulas exclusivamente remotas por tempo indeterminado, sem um planejamento prévio.

Quais tendências educacionais a pandemia acelerou?

Aulas remotas

O modelo de aulas remotas foi o mais implementado ao longo da pandemia. E não o confunda com o ensino a distância! A educação remota é focada nas aulas ao vivo, com os professores que ministram a disciplina, e nos mesmos horários em que as aulas presenciais aconteceriam.

No EaD, a maioria das aulas é gravada e as dúvidas são tiradas em plantões, sejam eles com o próprio professor ou com um tutor designado para a disciplina. O aluno pode visualizar o conteúdo na hora em que preferir.

Ensino híbrido

Ensino híbrido é o nome dado à mistura entre tipos de educação. É mais ou menos parecido com o que já conhecemos como educação semipresencial, na qual algumas disciplinas são ministradas online e outras a distância.

Esse tipo de educação foi bem comum na pandemia para alguns cursos, especialmente os da área da saúde, que exigiam uma presença maior dos estudantes em estágios presenciais.

Uso de novas ferramentas digitais

O uso de novas ferramentas também foi uma tendência que se ampliou ao longo da pandemia. Agora, os alunos se familiarizaram com uma série de conceitos e estratégias do computador que antes eram pouco conhecidos.

Os espaços de aprendizagem também se ampliaram para além da sala de aula, fazendo com que o autoconhecimento tenha sido trabalhado nos estudantes ao longo dos meses de pandemia. Essa é uma característica fundamental para a organização do aprendizado e de fatores como a criação de um bom cronograma de estudos na quarentena.

Como o cenário deve ficar no pós-Covid?

Ainda não se sabe. Uma coisa, no entanto, é fato: aprendemos muito com esse período, exploramos novos horizontes e entramos em contato com tendências que podem dar muito certo se aplicadas corretamente.

Por isso, tudo indica que, ao nos adaptarmos ao “novo normal”, algumas dessas tendências passem a fazer parte de nosso cotidiano. Tornou-se muito clara a necessidade de praticar as ferramentas digitais e incluí-las na rotina educacional. Além disso, é perceptível que tais estratégias trazem ótimas consequências para o ensino.

A chave será aprender a dosar o ensino, mesclando elementos que fazem a educação presencial ser um sucesso e os que contribuem para que as aulas remotas sejam bem-sucedidas. Em síntese, devemos equilibrar os prós de cada tipo de educação!

Gostou de conhecer mais sobre as tendências educacionais que a pandemia acelerou? Se esse processo foi benéfico, só saberemos em alguns anos. No entanto, é hora de arregaçarmos as mangas e tirarmos o maior proveito possível desse contexto, fazendo com que a transição educacional seja válida para todos os estudantes.

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